Os maiores anunciantes em 2006
Interessante este quadro dos 30 maiores anunciantes em 2006 (privado e governo).
Um pouco de filosofia e business
Interessante este quadro dos 30 maiores anunciantes em 2006 (privado e governo).
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Fernando
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15:08
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O professor diz na sexta-feira: 'Haverá um exame surpresa em um dia qualquer da próxima semana'. Uma vez que a semana escolar se encerra na sexta-feira, sexta não pode ser o dia do exame surpresa (pois, como os alunos podem ver desde já, se nenhum exame tiver sido aplicado até quinta à noite, sexta será o único dia restante para o exame e, então, sua aplicação será esperada e deixará de ser uma surpresa).
Mas a sexta-feira tendo sido eliminada, a quinta-feira toma-se o último dia possível para o exame e, assim, a quinta-feira é eliminada por um raciocínio similar -você pode ver, desde já, que se nenhum exame tiver sido aplicado até quarta à noite, então, com a sexta-feira tendo sido eliminada como um dia possível para o exame, a quintafeira seria o único dia disponível e, portanto, a aplicação do exame seria esperado e deixaria de ser uma surpresa.
Por um raciocínio similar, quarta, terça e segunda-feira são, um a um, eliminados. Em outras palavras, nenhum exame surpresa pode ser aplicado em nenhum dos dias da semana. Chega a semana seguinte, e o professor entra na sala, digamos na terça-feira, e distribui as folhas do exame. Surpresa!
(texto do livro "Lógica - Conceitos-Chave em Filosofia", Goldstein, Editora Artmed, 2007)
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Fernando
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13:25
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Fernando
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11:57
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Todo mundo conhece uma pessoa chata, mas há poucas publicações que explique o que é isso. Até a Wikipédia, que tem de tudo, não tem uma definição sobre as pessoas chatas (pode procurar). No dicionário diz que é uma pessoa maçante, enfadonha, insistente, que aborrece, irrita, estorva ou perturba.
O curioso é que os chatos tem amigos. Então ele não dever ser totalmente chato.
J.D.Saling, no seu livro O Apanhador no Campo de Centeio, não se conformava como uma garota legal da escola conseguia namorar um cara muito chato. Mas depois ponderou:
" Mas tinha uma coisa que ele fazia como ninguém: o filho da puta assoviava como gente grande. Ele ficava fazendo a cama ou pendurando seus trecos no armário - vivia pendurando alguma coisa no armário, me deixava maluco - e, quando não estava tagarelando com aquela voz de taquara rachada, ficava assoviando o tempo todo. Ele era capaz de assoviar até troços clássicos, mas quase sempre assoviava músicas de jazz.
Por isso, tenho minhas dúvidas quanto aos chatos. Talvez a gente não deva sentir tanta pena de ver uma garota legal se casar com um deles. A maioria não faz mal a ninguém e talvez, sem que a gente saiba, sejam todos uns assoviadores fabulosos ou coisa parecida. Nunca se sabe... "
Leia o trecho completo aqui
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Fernando
as
06:17
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Tudo na vida é um trade-off.
" Uma afinidade importante entre o tempo e dinheiro é o fato de que são ambos valores que se prestam admiravelmente à aplicação da noção de custo de oportunidade (ou isto ou aquilo). Ou guardo o dinheiro e não compro o doce, ou compro o doce e gasto o dinheiro. O custo implícito na compra de um artigo qualquer é o valor daquilo que deixou de ser adquirido com a mesma soma. Idem o tempo. "
Interessante o conceito de trocas inter-temporais. Sempre acabamos por optar entre "viver agora, pagar depois" e "pagar agora, viver depois".
Este é o assunto que assisti numa palestra do Eduardo Giannetti, e depois li na revista Época Negócios de Abril/07 esta frase do livro dele (O Valor do Amanhã):
Aliás, O Fantástico, a exemplo do Dráusio Varella e Marcelo Gleiser, mostrará episódios do Giannetti falando sobre economia e suas relações filosóficas.
Mais informação aqui
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Fernando
as
05:48
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